A Coroa Portuguesa encontrou na cana-de-açúcar o produto
ideal para a exploração colonial, os portugueses sabiam o valor comercial do
produto e já possuíam experiência para o cultivo, pois o Governo Português já
havia implantado a lavoura açucareira em outras colônias como a Ilha da Madeira
e Cabo Verde.
Para garantir altos ganhos, a grande lavoura açucareira se desenvolveu na forma de Plantation, grandes
extensões de terra, monocultora voltada para o mercado externo. Outro fator que
deve ser destacado foi a parceria com o capital flamengo (Holandês), que
financiava a montagem dos engenhos além de participar da distribuição do
produto na Europa.
A lavoura de cana-de-açúcar se fixa no litoral do Nordeste brasileiro, dentre as razões que favorecerem o seu desenvolvimento, destacamos:
- Terras férteis e abundantes do tipo massapê;
- Clima quente e úmido, com chuvas bem distribuídas durante
o ano;
- Menor distância de Portugal.
Devemos ressaltar que a economia açucareira
se desenvolve a partir de três fatores fundamentais:
- Latifúndio, grandes extensões de terra;
- Monocultura, produção de um único gênero;
- mão-de-obra escrava, escravidão africana.
